ASP.NET 5

Novidades do ASP.NET Core 1.0: gerenciando pacotes Bower via UI


Conforme muitos já sabem, o ASP.NET Core 1.0 (inicialmente batizado como “ASP.NET 5”) traz grandes novidades no que se refere ao gerenciamento de arquivos de scripts e folhas de estilo CSS. Empregando soluções populares como Bower, npm e Gulp, a manipulação destes pacotes client-side foi automatizada a fim de simplificar o trabalho de desenvolvedores Web. Em um artigo publicado neste blog em Setembro/2015 abordei em detalhes estas novidades: http://netcoders.com.br/asp-net-5-integracao-bower-gulp-npm/ A adição de uma biblioteca de scripts como o AngularJS a um projeto pode ser feita incluindo uma nova referência ao arquivo bower.json (Imagem 1): Imagem 1. Estrutura geral de...
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Front-End

Depurando código JavaScript com Google Chrome


Versão do Google Chrome ao fazer o artigo: 48.0.2564.109 m Introdução Esse artigo, tem como objetivo principal auxiliar a depuração de códigos feito em JavaScript puro ou com Bibliotecas e Framework como jQuery, Angular, Ember, React, Backbone, Knockout…   Acessando a “Ferramentas do desenvolvedor” do Google Chrome. Hoje em dia, a maioria dos navegadores, já vêm com uma ferramenta que ajuda o desenvolvimento client-side, (JavaScript, CSS e Html). Antigamente, a ferramenta mais utilizada era o Firebug, uma extensão da Mozilla Firefox, muito útil e ajudou bastante! Porém, nesse artigo vou falar da ferramenta que tem no Google Chrome, chamada de...
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Arquitetura

Utilizando o MongoDB em aplicações .NET


É inegável a importância dos bancos de dados relacionais dentro do mundo corporativo. O surgimento desta tecnologia revolucionou o tratamento de informações nos mais variados ramos de atuação, conferindo agilidade e flexibilidade às organizações em suas operações cotidianas. Este uso em larga escala de bases relacionais deve certamente continuar, tendo como pilares a linguagem SQL e a praticidade desta última na manipulação de dados. Por mais que a tecnologia relacional atenda a um amplo escopo de necessidades, em alguns cenários bem específicos esta abordagem pode não ser a solução mais adequada: Questões como uma alta disponibilidade e a capacidade...
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ASP.NET WEB API 2

Arquitetura Orientada a Serviços (SOA): uma visão geral


Arquivos contendo agrupamentos de dados foram uma das primeiras formas de integração entre sistemas. Ainda em uso atualmente, esta alternativa costuma ser empregada muitas vezes na transferência de grandes lotes de informações. Vale destacar que o uso de arquivos é um tipo de prática bastante comum no desenvolvimento para aplicações de mainframe, bem como na implementação de processos de carga para soluções de Business Intelligence (BI). Além de arquivos de texto, outros formatos como CSV e planilhas do Excel (.xls/.xlsx) também são utilizados com alguma frequência. O advento dos Web Services no começo dos anos 2000 revolucionou a comunicação...
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Bibliotecas e Ferramentas

JSON descomplicado: utilizando o JSON Editor Online


O uso do formato JSON (sigla do inglês “JavaScript Object Notation”) para a representação de dados vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, com o mesmo ocupando espaço em cenários nos quais antes reinava o padrão XML. A utilização constante de JSON em serviços REST, frameworks JavaScript e até mesmo no ASP.NET Core 1.0 (antes chamado de ASP.NET 5) constitui um bom exemplo desta nova realidade. Tal popularidade se deve, sem sombra de dúvidas, à simplicidade deste formato. Também contribui o fato do padrão JSON ser mais enxuto, o que resulta em menores volumes de informações trafegando ao longo de...
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Automação

Testes de regressão de UI utilizando Selenium Webdriver


Oi pessoal, já faz algum tempo desde a última vez que eu postei aqui no blog. Infelizmente eu estive ocupado com a minha mudança para o exterior e não pude dedicar muito tempo aqui. Finalmente consegui ajustar toda minha rotina  e consequentemente voltei a ter tempo para compartilhar com vocês a pequena quantidade de conhecimento que eu possuo. Pois bem, chega de lero-lero e vamos ao que realmente interessa. Neste artigo vamos discutir sobre testes de regressão de interface e como automatizá-los. Abaixo uma definição de teste de regressão de acordo com o site Eclipse.org: O teste de regressão é o...
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Banco de Dados

Reporting Services: exportação para o formato .pdf via código C#


Alternativa bastante utilizada para a criação e o gerenciamento de relatórios em ambientes corporativos, o Reporting Services é uma solução disponibilizada pela Microsoft como um dos serviços que integram o SQL Server. Além deste SGDB, as fontes para a obtenção de informações nesta ferramenta podem ser outras bases relacionais (como Oracle, por exemplo), bancos multidimensionais do Analysis Services ou, até mesmo, fontes de dados como XML e Web Services. Independente da finalidade a que se prestam análises geradas com esta ferramenta, é relativamente comum a necessidade de se exportar tais resultados para o formato PDF. No caso específico da...
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Bibliotecas e Ferramentas

Alterando o conteúdo de arquivos no formato .json via código C#


O padrão JSON (sigla do inglês “Javascript Object Notation”) é hoje, sem sombra de dúvidas, um dos formatos para representação de dados mais populares. Empregado extensivamente por frameworks JavaScript como o AngularJS e presente em serviços desenvolvidos em conformidade com a arquitetura REST, o uso de JSON vem substituindo progressivamente o formato XML numa ampla gama de cenários. O próprio ASP.NET 5 constitui um bom exemplo disto, com a nova versão desta plataforma Web utilizando arquivos .json no lugar de documentos XML (geralmente identificados pela extensão .config) na representação das configurações de uma aplicação. Do ponto de vista estrutural,...
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Arquitetura

Aplicando SOLID com C# – DIP (Dependency Inversion Principle)


Finalmente chegamos à última parte sobre SOLID e pra encerrar, vamos conversar sobre o DIP (Dependency Inversion Principle) ou Princípio da Inversão de Dependência. Seria injusto dizer que qualquer um dos princípios SOLID é mais importante que o outro. No entanto, provavelmente nenhum dos outros tem um efeito tão imediato e profundo em seu código do que o DIP. Cogitar desenvolver um software sem levar em conta esse princípio é comprometer o projeto violando boas práticas de arquitetura. Mantra ou Definição Módulos de alto nível não devem depender de módulos de baixo nível. Mas sim ambos devem depender de...
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F#

Introdução a Linguagem F#


O que é uma linguagem funcional? Uma linguagem funcional é composta puramente por funções e dados imutáveis. Comparada com a Orientação à Objetos, linguagens funcionais tendem a ser muito mais abstratas e genéricas, como a estrutura de dados é mais simples e imutável, evita-se o risco de efeitos inesperados. O principal ponto na escolha de uma linguagem funcional, é que lidam melhor com paralelismo e grande volume de cálculo, diferente de aplicações modernas que utilizam orientação à objetos, as quais envolvem concorrência, múltiplas threads e/ou multiprocessadores, a mudança de estado de forma paralela para orientação a objetos pode tornar-se...
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